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Receita Federal valida tecnologia de identificação de contêineres na Multilog

Mais dalto que registrar e referenciar placas de caminhões e numeração dos contêineres, por meio da tecnologia de OCR, que faz reconhecimento óptico de caracteres, o sistema implantado no Porto Seco Multilog, de Itajaí (SC), por meio da empresa Gtt, conta com o auxílio do RFID (identificação por radiofrequência ).

A tecnologia permite otimizar o processo de armazenamento de contêineres no pátio do Porto Seco. Essas soluções receberam o aval da Receita Federal e já contribuem para otimização do processo de atividades de um dos maiores dry-port na Região Sul.

A recente aprovação do OCR pelo órgão responsável do governo foi realizada com o sistema já em funcionamento. “A validação desse processo é essencial para a Multilog, por seguir a exigência e garantir agilidade e segurança no processo de transferência de informações na operação dos gates”, afirma o coordenador de Tecnologia da Informação da Multilog, Julian Espíndola.

Para receber aprovação da RFB, a assertividade do sistema foi considerada quanto ao reconhecimento das placas de caminhões e numeração de contêineres, bem como sua integração com o programa WMS (Sistema de Gerenciamento de Armazém) usado pela Multilog.

Como funciona

O OCR é composto por um conjunto de câmeras que capturam as placas dos caminhões e o número dos contêineres, transferindo essas informações para o sistema WMS (Fig. 1). Isso agiliza o processo de identificação e minimiza os erros na entrada e saída de cargas, desde a entrada na balança do Porto Seco

No caso da Multilog, a solução de OCR, proposta pela Gtt, também utiliza a tecnologia RFID, que contribui para melhorar a segurança na identificação do contêiner, uma vez que pode ser realizada uma verificação extra entre os dados reconhecidos pela imagem (OCR) e aqueles lidos via rádio (RFID). Essa solução também reduz a intervenção humana para correção de possíveis problemas na leitura pela imagem.

Em várias situações, a placa ou a numeração do contêiner está em péssima qualidade, o que dificulta a identificação do número. Com as duas informações integradas, o operador consegue apontar de qual carga é o registro. A aplicação da tecnologia OCR na Multilog é primeira realizada em um Porto Seco no Brasil.

Fonte: NetMarinha

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Produção de aço crescerá 63%, diz BNDES

Projeção para 2014 considera expansão da economia, projetos para Copa e Olimpíada e exploração do pré-sal. Consumo de aço per capita no país, no entanto, segue longe do verificado em países como os EUA e a China

Levantamento realizado pelo BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) afirma que a produção nacional de aço bruto alcançará patamar recorde de 43,1 milhões de toneladas em 2014, uma expansão de 63% em relação ao desempenho de 2009.

A performance do setor será puxada pelo maior ritmo de expansão da economia e pelo crescimento da demanda de aço para exploração do pré-sal e para os projetos da Copa e da Olimpíada.

Nos cálculos do BNDES, o pré-sal, a Copa e a Olimpíada vão criar uma demanda adicional de aço de 7,8 milhões de toneladas. Apesar disso, Fernando Puga, um dos autores do estudo, diz que não há risco de gargalo no setor.

O estudo considera um ritmo de expansão da economia a partir de 2011 da ordem de 5% a 5,5% ao ano. Uma expansão mais acelerada da economia pode resultar, no entanto, em redirecionamento das exportações para o mercado interno.

Parte da produção de aço consiste em produtos semi-acabados, destinados à exportação, e, em geral, menos rentáveis do que a venda de laminados no mercado interno, segundo o banco. Os projetos para exportação podem ser redirecionados para o mercado interno com investimentos em laminação.

O banco calcula que o saldo da produção que pode ser destinada à exportação fique em 9,7 milhões de toneladas em 2014 -o que seria uma volta ao nível de 2008.

As contas do banco incluem a entrada em operação da CSA (Companhia Siderúrgica do Atlântico) e da Vallourec & Sumitomo no segundo semestre. Além disso, o banco contabilizou a entrada em operação da Companhia Siderúrgica do Pecém, no Ceará, e a expansão da produção da usina de João Monlevade, em Minas Gerais, entre outros projetos.

Projeções

Até 2013, os principais projetos mapeados pelo BNDES representam investimentos de US$ 27,7 bilhões (ou R$ 51 bilhões). A utilização da capacidade do setor passará de 66,6% em 2009 para 82,1% em 2014, abaixo da média entre 2002 a 2008.

Segundo o presidente do Conselho Diretor do Instituto Aço Brasil, André Johannpeter, no pior momento da crise econômica mundial o setor operou com 50% da capacidade e 6 dos 14 altos fornos desligados.

As projeções de investimento e produção do instituto para 2016 são ainda mais otimistas: estima que será possível produzir 77 milhões de toneladas de aço, com investimentos de US$ 40 bilhões (R$ 73,6 bilhões).

O consumo de aço per capita no país ainda está longe do verificado em países como os EUA e a China. O Instituto Aço Brasil prevê que o consumo per capita alcance em 2010 o patamar de 129,3 kg/ habitante. No ano passado, o consumo nos EUA foi de 186,9 kg/habitante. Na China, a 405,2 kg/habitante.

O aumento do consumo é apontado como um dos desafios do setor, ao lado da necessidade de mecanismos para maior acesso ao mercado internacional e ao risco de desindustrialização do país, em razão da concorrência com importados, principalmente da China.

Fonte: Net Marinha

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Porto de Santos bate recorde no semestre e eleva projeção anual

O Porto de Santos atingiu no primeiro semestre de 2010 o maior movimento para o período já registrado, totalizando 44,8 milhões de toneladas, ficando 16,6% acima do apurado nos seis primeiros meses do ano passado (38,4 milhões t). O incremento de 49,6% verificado nas cargas de importação (14,6 milhões t) contribuíram, significativamente, para esse resultado. As mercadorias de exportação (30,1 milhões t) cresceram 5,3% em relação a 2009. Todos os totais mensais registrados no primeiro semestre foram recordes entre seus respectivos meses.

O bom desempenho verificado no primeiro semestre deste ano levou a Codesp a rever a previsão anual, que deve suplantar 93,0 milhões de t.

A carga conteinerizada continua apontando crescimento em torno de 17,0%, chegando a 1,2 milhão teu, patamar semelhante ao atingido em 2008 (1,2 milhão teu), antes dos efeitos da crise econômica mundial.

Os destaques entre as cargas de exportação ficaram com o açúcar (7,8 milhões t), commodity agrícola que mais se destacou, crescendo a níveis de 12,6% em relação ao apurado nesse período, em 2009 (7,0 milhões t); a soja em grãos, que  atingiu 7,3 milhões t, 8,9% acima do ano passado; e a gasolina (686,3 mil t) que apresentou aumento de 25,4% em relação ao período anterior (547,1 mil t).

Entre as cargas de importação ganham relevância o crescimento de 63,6% apresentado pelo carvão (1,7 milhão t) e de 63,8% nas descargas de enxofre (941,4 mil t).

Os embarques e descargas de veículos também foram destaques, totalizando 160,9 mil unidades, 85,1% acima de igual período do ano passado (86,9 mil veículos).

Apesar do significativo aumento na movimentação de cargas, o número de navios que aportaram em Santos diminuiu 2,1% em relação ao mesmo período de 2009, já denotando os efeitos da manutenção das profundidades no complexo santista.

Do total movimentado no semestre, a Carga Geral respondeu por 15,5 milhões t, crescimento de 20,6% em relação a 2009 (12,8 milhões t); os Sólidos a Granel atingiram 21,7 milhões t, aumento de 17,2%  (2009: 18,5 milhões t); e os Líquidos a Granel chegaram a 7,5 milhões t, um total 7,4% superior às 6,9 milhões t registradas nos seis primeiros meses do ano passado.

A navegação de Longo Curso respondeu pelo transporte de 39,7 milhões de t de mercadorias (88,6%), enquanto a Cabotagem totalizou 5,1 milhões t (11,4%).

O valor das cargas de exportação embarcadas em Santos no primeiro semestre deste ano totalizou US$ 22,5 bilhões, enquanto o apurado nas importação chegou a US$ 20,4 bilhões, totalizando, nos dois fluxos US$ 42,9 bilhões, 25,1% da Balança Comercial Brasileira.

As principais origens dos produtos que chegaram ao Porto de Santos no primeiro semestre foram os Estados Unidos (25,6% do total das importações), Argentina (8,6%), China (8,1%), Alemanha (4,4%) e Austrália (3,8%).

Os destinos das mercadorias exportadas através de Santos foram, principalmente, a China (24,1%), Países Baixos (7,0%), Rússia (4,6%), Estados Unidos (4,2%) e Índia (3,8%).

Junho

Em junho o porto totalizou 8,2 milhões t, atingindo patamar 14,6% superior ao registrado no mesmo mês de 2009 (7,2 milhões t). Foi a terceira melhor marca mensal da história do porto, superada, apenas, por maio último (8,9 milhões t) e agosto de 2009 (8,3 milhões t).

Os embarques somaram 5,6 milhões t, ultrapassando em 4,0% o volume apurado em junho do ano passado (5,4 milhões t), enquanto as importações atingiram 2,5 milhões t, um incremento de 46,9% em relação ao mesmo período do ano passado.

O açúcar apresentou um expressivo aumento de 32,4% nos volumes embarcados (2,0 milhões t) em relação a 2009 (1,5 milhão t). Os destaques nas descargas ficaram com os crescimentos apontados pelo carvão (342,6 mil t), de 154,0%; pelo enxofre (202,4 mil t), de 114,7%; e pelo trigo (95,1 mil t), de 81,3%.

Os embarques e descargas de contêineres aumentaram 18,9% em relação a 2009 (192,0 mil teu), atingindo 228,2 mil teu. O movimento de veículos também se destacou, totalizando 24,4 mil unidades movimentadas, um crescimento de 35,6%.

Porto de Santos será expositor no ITS 2010

O Porto de Santos estará presente na terceira edição da Feira Itajaí Trade Summit. Destinado a profissionais de grandes, médias e pequenas empresas exportadoras, importadoras, prestadoras de serviços e equipamentos, a Itajaí Trade Summit – ITS é o mais qualificado encontro da área de Logística, Transporte e Comércio Internacional das regiões Sul e Sudeste do Brasil e dos países do Mercosul. Realizado pela NetMarinha, empresa que administra o maior portal de comércio internacional e logística do Brasil, o evento está em sua terceira edição. Em 2009, a feira atraiu mais de sete mil visitantes e 60 expositores à cidade portuária de Itajaí (SC).

Neste ano, a Itajaí Trade Summit – ITS 2010 acontece entre os dias 15 e 17 de setembro, na cidade portuária de Itajaí (SC). Mais informações estão disponíveis em http://itajai.tradesummit.com.br/

Fonte: NetMarinha

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Espírito Santo e São Paulo assinam decretos que devolvem segurança jurídica a importadores capixabas

Governadores Hartung e Goldman durante assinatura de Decreto sobre Operações de Importação.

As empresas do ramo de importações que atuam no Espírito Santo voltaram a ter segurança jurídica em questões relativas à cobrança do ICMS, com a assinatura de decretos pelos governadores capixaba, Paulo Hartung, e paulista, Alberto Goldman. A cerimônia foi realizada nesta segunda-feira (26) no Palácio dos Bandeirantes, em São Paulo, estabelecendo condições para que cerca de R$ 6 bilhões em multas emitidas por São Paulo sejam extintas. As multas se referem às dívidas decorrentes das importações na modalidade por conta e ordem de terceiros realizadas antes de 31 de maio de 2009.

Os decretos assinados por Hartung e Goldman regulamentam o Convênio ICMS 36-2010. Na prática, eles extinguem multas aplicadas pelo Estado de São Paulo a importadoras que contrataram empresas situadas no Espírito Santo para realizar importações por conta e ordem de terceiros (quando o importador realiza todo o serviço de comércio exterior para o cliente) entre os dois Estados.

A questão ente Espírito Santo e São Paulo começou a ser solucionada com o protocolo ICMS 23, de 3 de junho de 2009, que definiu o pagamento do ICMS das importações a partir de 31 de maio de 2010. Pelo decreto, o Espírito Santo passou a recolher o ICMS das importações realizadas nas modalidades por conta própria ou encomenda, cabendo a São Paulo o imposto relativo às importações por conta e ordem de terceiros.

No entanto, as importações feitas antes dessa data ficaram desprotegidas. Pelo convênio ICMS 36/2010, de março deste ano, São Paulo reconhece como regular todo o ICMS recolhido pelo Espírito Santo até a data do protocolo 23, solucionando o impasse.

O secretário de Estado da Fazenda do Espírito Santo, Bruno Negris, explica que este convênio acaba com os passivos tributários, com a duplicidade de multas e com a possibilidade de restituição de indébitos contra o Espírito Santo. “Esses decretos trazem segurança jurídica e tranquilidade para os empresários. A segurança jurídica é muito importante para os empresários do ramo de importações, em relação ao passado, presente e futuro”, afirmou.

O presidente do Sindicato do Comércio de Importação e Importação do Espírito Santo (Sindiex), Severiano Imperial, acompanhou a assinatura dos decretos e comemorou. “Esse acordo firmado é extremamente importante para selar uma controvérsia de longa data, definindo os procedimentos a serem adotados pelo setor e pacificando as questões anteriores”, comentou.

Fonte: Sindiex

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Feedback – melhorar a partir do que o mundo nos ensina

Do radical feed, alimentar, e do radical back, voltar, o termo feedback pode ser considerado como uma resposta a algo feito, executado. É uma troca de informações, de pontos de vista, que podem ser interpretadas de uma forma positiva ou negativa.

Ninguém é completo a ponto de não necessitar de aperfeiçoamento. Uma das características encontradas em grandes realizadores é a capacidade de visualizar suas fraquezas, na intenção de extingui-las. Ao reconhecer a própria vulnerabilidade, um realizador não se sente rebaixado ou incompetente. Pelo contrário: o profissional contribui decisivamente para a obtenção de um resultado melhor, tanto para ele quanto para o meio em que vive, refletindo também em seu ambiente de trabalho.

Saber receber feedback é essencial. É um exercício de humildade que vale a pena. Para quem consegue aproveitá-lo, ele se torna um grande meio de aprendizado, além de uma ótima fonte de correção de rumo. Ver a mesma situação por um ponto de vista novo faz uma grande diferença.

Da mesma forma, saber transmitir a opinião sobre o desempenho alheio é um ponto-chave para qualquer profissional que possui a incumbência de liderar equipes. Para que o feedback não seja interpretado como uma crítica, mas sim como um apoio eficaz na conquista para melhores habilidades, alguns pontos devem ser considerados:

  • ser descritivo, e não avaliativo;
  • ser específico, e não generalizado;
  • ser compatível com as necessidades de ambas as partes, sem exaltar a importância do comunicador, e diminuir o receptor;
  • ser solicitado, e não imposto; além de transmitir as informações com clareza e no menor tempo possível.

Para quebrar a resistência natural de quem está sendo analisado, é aconselhável começar sempre por aspectos positivos para depois dizer em que a pessoa pode melhorar. Além disso, é fundamental criar uma atmosfera apropriada, dedicando atenção total àquele momento, sem interrupções por telefone ou por pessoas que entrem na sala.Qualquer profissional precisa receber feedback para aprender constantemente e, com isso, expandir a zona de conhecimento. Eles também podem ser considerados um alarme: quando recebidos de modo negativo, aliados a resultados menos expressivos, é sinal de que algo precisa ser feito.
À medida que alguém expande sua visão do mundo, passa a esperar das pessoas o que elas podem oferecer e leva os outros a agir da mesma forma. Por isso, é importante para executivos, empresários, empreendedores e profissionais de qualquer área criar um ambiente de reflexão, para que consigam absorver opiniões e pontos de vista enriquecedores. Em um ambiente assim as respostas para as mais importantes perguntas estarão sempre no ar: basta captá-las. Não por acaso, feedback é um termo emprestado da eletrônica que significa “retroalimentação” –ou seja, manter algo funcionando por suas próprias forças.

Autor: Fernando Alves

Fonte: Blog ADM

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Brasil lidera crescimento de exportação de commodities

Segundo a Organização Mundial do Comércio, o Brasil já é o quinto maior fornecedor de produtos primários para a China.

O Brasil registrou o maior crescimento, entre as maiores economistas, das exportações de recursos naturais na década, apesar das promessas de políticas para garantir um aumento no valor agregado das vendas nacionais.

O País, segundo a Organização Mundial do Comércio (OMC), já o quinto maior fornecedor de produtos primários para a China e avançou mais que qualquer outra economia no setor.

Diante da alta nos preços, 26% da arrecadação da pauta de exportação nacional é com produtos primários. Mas por conta da importação de petróleo, o Brasil já é também o 12ª maior importador de recursos naturais no mundo.

A OMC constatou que o comércio de recursos naturais volta a dominar um quarto do fluxo internacional de bens, taxa que não era vista desde 1950.

No caso do Brasil, o País é o 29º colocado entre os maiores exportadores de recursos naturais do mundo. Mas ampliou suas vendas em 23,7% em média ao ano na década, a maior taxa entre as 30 principais economias. Só em 2008, aumentou suas vendas em 32% e totalizou US$ 51 bilhões em vendas. Hoje, 26% das exportações nacionais são de bens primários, sendo 12% no setor de minérios.

Mesmo sem ter petróleo para exportar, a expansão no Brasil na década foi superior à da Venezuela, Arábia Saudita, Irã e Austrália. O Brasil já aparece como quinto maior fornecedor para China, com 6% do suprimento do país. O primeiro fornecedor é a Austrália, com 10%.

Na década, a China já ultrapassou europeus e se transformou no terceiro maior importador de recursos naturais do mundo, comprando por ano US$ 330 bilhões. Os Estados Unidos são ainda os maiores consumidores, com US$ 585 bilhões.

O Brasil também é o décimo maior fornecedor de matérias primas para a Europa e o 12ª para os EUA. O País também já conquistou a quinta posição entre os maiores exportadores de produtos florestais e o sétimo de minérios, com US$ 25 bilhões em vendas.

Importação. Mas se o País avança como exportador, o Brasil é também é destaque entre os importadores. Hoje, o Brasil é o 12º maior importador de recursos naturais do mundo, se a Europa for contada como uma economia.

A média de 19% de crescimento nas importações de produtos primários no País por ano ainda revela a necessidade do País por recursos para abastecer o crescimento.

Expansão. A expansão brasileira não vem num vácuo. Para a OMC, a constatação é de que, em dez anos, o comércio do setor de minérios, petróleo, pesca e produtos florestais se multiplicou por seis no mundo, diante da corrida de potências e de novas economias emergentes por garantir um abastecimento que assegure que seus mercados possam continuar crescendo.

O volume de vendas passou de US$ 613 milhões há dez anos para US$ 3,7 trilhões. Nesse mesmo prazo, o comércio mundial em geral se multiplicou por apenas três.

“O mercado de recursos naturais mudou, refletindo a demanda crescente da Ásia”, disse Pascal Lamy, diretor da OMC.

Fonte: Sindiex

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Brasil ultrapassa EUA em intenções de investimento estrangeiro

O Brasil está se mostrando mais atraente para os Investimentos Estrangeiros Diretos (IED) que os Estados Unidos. Isso é o que mostra o relatório de investimentos mundiais divulgado nesta quinta-feira pela United Nations Conference on Trade and Development (Unctad).

De acordo com o documento, o Brasil ultrapassou os Estados Unidos no ranking de destinos preferidos para investimentos até 2012, ficando com a terceira colocação. A liderança permanece com a China, seguida pela Índia. Já os Estados Unidos ficaram com a quarta posição.

Na avaliação da Sociedade Brasileira de Estudos de Empresas Transnacionais e da Globalização Econômica (Sobeet), entidade escolhida para divulgar os dados do relatório da Unctad no Brasil, o país só não é melhor colocado devido ao câmbio desfavorável e ao alto custo dos negócios.

“O Brasil é um dos poucos países do mundo que cobra impostos sobre investimentos e exportações”, diz Hermann Wever, presidente do Conselho Consultivo da Sobeet. O que mantém o grande interesse estrangeiro no Brasil, segundo Wever, é o amplo mercado consumidor do país.

O levantamento da Unctad aponta que 80% das empresas transnacionais pretendem manter ou aumentar seus investimentos no exterior.

O percentual de executivos que se mostrou pessimistas em relação aos próximos dois anos caiu de 47% em 2009 para 36% neste ano.

“Economias em desenvolvimento são candidatas a receber não apenas ingressos de IED intensivos em mão de obra e relacionados à exportação de recursos naturais mas também, e cada vez mais, investimentos com criação de valor adicionado, inovação e tecnologia”, ressalta a Sobeet.

Fonte: Valor Online

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Exportações brasileiras por via postal batem recorde no 1º semestre

01.07.09_Correios_fs.jpgAs exportações brasileiras por via postal bateram o recorde de US$ 127 milhões no primeiro semestre. As remessas de produtos para outros países por meio da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT) e de outros operadores nos primeiros seis meses do ano já equivalem a 62,1% do montante alcançado em todo o ano de 2008, quando foi obtido o melhor resultado das exportações simplificadas por rede postal.

No mês de junho, as vendas externas chegaram a U$ 21 milhões, o que representa um aumento de 53% em relação ao mesmo período de 2009. O volume exportado, no entanto, teve queda quando comparado a maio deste ano. No quinto mês de 2010, as vendas internacionais por via postal alcançaram o patamar de U$ 23 milhões.

A redução é considerada normal para a época, devido a variações de mercado, de acordo com a área técnica da Subsecretaria de Serviços Postais do Ministério das Comunicações. A queda nas exportações entre maio e junho também ocorreu nos últimos quatro anos.

Os principais destinos das remessas foram os Estados Unidos (23,53%), a Argentina (7,73%) e o México (6,36%). As exportações simplificadas têm se expandido porque reduziram os custos do embarque para micro e pequenos empresários. O principal instrumento desse processo é o programa Exporta Fácil, que foi criado há dez anos pelo Ministério das Comunicações e é operado pela ECT. Por meio do projeto, a burocracia no despacho aduaneiro ficou reduzida a apenas um formulário.

Fonte: Net Marinha

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Governo eleva projeção de crescimento do PIB de 2010 para 6,5%

O ministério do Planejamento informou nesta terça-feira, 20, a revisão de 5,5% para 6,5% na projeção de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) deste ano inserida no relatório bimestral de avaliação de receitas e despesas da União.

O número previsto para o crescimento do País, que é elaborado pela secretaria de Política Econômica (SPE) do Ministério da Fazenda, contraria as declarações públicas recentes do ministro Guido Mantega, que diz trabalhar com um PIB entre 6,5% e 7%, e do próprio presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que disse que o Brasil não cresceria menos que 7% neste ano.

Também está longe dos 7,3% previstos pelo BC. Até a segunda-feira, segundo apurou a Agência Estado, a projeção de crescimento enviada pela SPE ao ministério do Planejamento era de 6,8%.

De acordo com o relatório bimestral, o cenário previsto para a inflação melhorou. A previsão de inflação pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), passou de 5,5% para 5,2%, e para o Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI), de 9,14% para 8,68%. A expectativa para a média da taxa Selic no ano passou de 9,19% para 9,60%. Para a taxa média de câmbio, de R$ 1,79 para R$ 1,80.

O governo prevê um crescimento ainda maior para a massa salarial nominal neste ano: 13,95%, ante 12,69% no relatório anterior. Para o petróleo, a estimativa passou de US$ 80,47 para US$ 76,68. O documento oficial do governo incorporou o reajuste de 7,72% para os benefícios previdenciários acima do salário mínimo, que antes estava previsto em 6,14%.

Orçamento

O governo aumentou em R$ 2,5 bilhões a projeção de despesas em 2010, informou o Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão nesta terça-feira em sua terceira avaliação bimestral do Orçamento.

Fonte: O Estado de São Paulo

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Princípios básicos na gestão de pessoas

Segundo especialista, cerca de 70% dos gerentes ou empresários não têm perfil de liderança. Confira os seus 13 conselhos.

Quase toda semana recebemos solicitações de empresários, diretores, gerentes e até de estudantes; de sugestões e dicas para aumentar a produtividade, o comprometimento das pessoas, como solucionar os problemas e dificuldades operacionais das empresas, como melhorar a harmonia entre sócios (e parentes) ou simplesmente perguntam o que fazer para aumentar as vendas.

A maioria das empresas que tem este tipo de problemas (oportunidades de melhoria), tem sérias dificuldades em uma área até agora pouco valorizada: gestão de pessoas e especificamente de relacionamentos e até de uma direção motivadora. Pelo menos 70% das raízes destes sintomas residem na pouca (ou nenhuma) habilidade do gerente ou empresário em dirigir pessoas.

Com freqüência escutamos executivos falar sobre a importância de conhecer o cliente, conhecer os concorrentes, fusões, parcerias estratégicas etc.; porém, muito pouco se faz para conhecer melhor cada um de seus colaboradores internos, para desenvolver uma comunicação eficiente e eficaz e ainda extrair o máximo de seu potencial individual e das respectivas equipes.

Estas são algumas dicas para quem precisa melhorar o relacionamento com seus subordinados, o desempenho da sua organização e até para quem está na beira da falência. São algumas das nossas lições aprendidas ao longo de 22 anos de trabalho em diversas empresas de todos os segmentos e tamanhos, onde temos testemunhado diferentes estilos de relacionamentos e de direção. De uma forma geral podemos classificá-las assim: 68% ruins, 24% regulares e 8% boas, num universo de quase 100 organizações.

Leia, avalie (questione-se) e veja se alguns dos seguintes conselhos podem lhe ajudar a melhorar o desempenho como gestor de pessoas:

1. Procure mais elogiar do que criticar as pessoas. De uma forma geral, nos dirigimos mais para as pessoas, quando é para repreender. Nossa tendência é mais reativa do que pró-ativa.

2. Quando elogiar, que seja sincero e oportuno. Esteja atento e aproveite quando a oportunidade aparecer.

3. Um elogio sincero e oportuno, apaga uma multidão de defeitos… Pense nisso!

4. Quando se apresentem vagas, sempre que possível, aproveite o pessoal interno (já conhecido), sempre e quando esteja qualificado para a vaga em questão. Quando não for o caso, delegue a um profissional experiente o recrutamento e seleção com base num perfil estrategicamente definido. Evite contratar por simpatia pessoal.

5. Exigir que seus subordinados pensem e ajam como você, não vai adiantar muito, tente melhor explicar para eles o que espera de cada um, avalie seu desempenho e reconheça publicamente seus esforços.

6. Chamar a atenção a um colaborador às vezes é necessário, apenas faça-o em particular. Os outros não precisam saber disso. Lembre-se que o objetivo não é humilhar e sim corrigir uma falha, e se você demonstrar de que seu único objetivo é ajudar (e não inflamar seu ego), as melhorias desejadas irão aparecer.

7. Muitas vezes o resultado depende mais da forma como passa sua mensagem, do que seu próprio conteúdo. Procure evitar gritarias, raiva e imposição. Apenas explique.

8. Quando pedir (mandar) para fazer algo aos seus colaboradores, procure explicar os motivos e o quanto isso é importante para a empresa. Evite tom agressivo, ou parecer que é uma imposição – mesmo pagando o salário em dia.

9. Quase todos os seres humanos temos traumas e crenças que limitam nosso desempenho, para elevar o nível de desempenho de seus colaboradores e incentivar a criatividade e inovação, faça de tudo para aumentar a auto-estima de cada um.

10. Se você está pensando em colocar um negócio (passar de empregado para patrão), deveria ser mais exigente consigo próprio e se questionar muito, principalmente na área de relações interpessoais, pois agora vai passar a depender mais dos outros.

11. Cuidado com o julgamento da hipocrisia dos outros, se estas pessoas aparecerem muito na sua vida, provavelmente é por que você não está sendo transparente, justo e integro em seus relacionamentos.

12. Aproveite a autoridade que tem para edificar e deixar gratas lembranças nas pessoas e principalmente jamais se proveito dela para beneficio próprio.

13. Tenha a coragem de reconhecer quando estiver errado e a grandeza de mudar quando necessário, ensinando seus subordinados a sair da “zona de conforto” e lutar pelos objetivos deles e da empresa. Faça com que suas ações sejam coerentes com o discurso.

Autor: Federico Amory

Fonte: HSM Global

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